Hérnia de disco: Uma dor para ser esquecida

Aquela dor nas costas que você sente quando se abaixa, como se fosse uma pinçada na coluna, tem todas as características de uma hérnia de disco, que se forma quando o anel fibrocartilaginoso, uma espécie de “amortecedor” que fica entre as vértebras da coluna, amenizando os impactos sofridos, se degenera e inflama, causando dor. Isso acontece quando o núcleo deste anel se desloca e comprime as raízes nervosas, provocando dores que podem ser irradiadas na coxa ou em toda a perna.

Segundo o reumatologista Valdelírio Feijó Azevedo, isso acontece principalmente pelo enfraquecimento muscular causado por vida sedentária, postura inadequada e esforços físicos exagerados. Apesar de quase sempre estar associado a operações dolorosas o problema, conforme o médico, pode ser resolvido clinicamente em cerca de 80% dos casos. Caso contrário, a cirurgia é a única solução. Ele explica que o tratamento clínico consiste em repouso e o uso de analgésicos, antiinflamatórios e relaxantes musculares. Além disso, “uma consistente fisioterapia é importante para solucionar o problema”, indica.

Clínico e cirúrgico

“Não via a hora de voltar às minhas atividades normais”, conta a gerente comercial Marilise Kovacc, que, depois de passar dois meses “entrevada” em casa, diz ter perdido a conta do número de sessões de fisioterapia a que se submeteu. Ela optou pelo tratamento clínico e conseguiu ficar longe do incômodo provocado pelas “dores terríveis” que sofria. Adepta da homeopatia, Marilise diz ter considerado o procedimento cirúrgico como a última opção para solucionar o seu problema.

Nos casos de lesões neurológicas mais graves, onde a dor se torna “intratável” e existe a perda ou a atrofia da força muscular, só a cirurgia resolve. Foi o que aconteceu com a dona de casa Rita de Cássia Cavalheiro, que, depois de peregrinar por consultórios durante dois anos, descobriu que tinha uma hérnia de disco e precisava operá-la. "Eu já não tinha mais força na perna esquerda, caía, ficava com torcicolo", conta. Operada há duas semanas, Rita não pode fazer grandes esforços e precisa usar um incômodo colete ortopédico, mas está otimista. “Só de saber que não vou mais sentir aquelas dores terríveis, sei que valeu a pena”, comemora.

Acupuntura e exercícios

O médico Mauro Carbonar, especialista em acupuntura, afirma que a especialidade é uma importante aliada nos tratamentos das dores lombares, como a hérnia de disco. Segundo ele, as agulhas colocadas no tecido subcutâneo emitem para o hipotáhttp://www.blogger.com/img/blank.giflamo, região do cérebro que produz um hormônio com a função analgésica e antiinflamatória, impulsos motores que são devolvidos para a corrente sangüínea, interrompendo o ciclo da dor e atuando como analgésico natural do corpo. Além disso, no seu entender, a acupuntura pode ser associada a outros tipos de tratamento para aliviar ou curar dores lombares.

A partir do diagnóstico da causa da dor, é possível avaliar qual tipo de esforço ou exercício a pessoa está liberada para fazer. Nesses casos, o alongamento é fundamental para o bom desempenho dos músculos e articulações. Também devem ser feitos antes de qualquer atividade física, porque preparam a musculatura para o esforço que será exigido em seguida. Isso vale até para aquela caminhada que parece ser completamente inofensiva.

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Escoliose

É uma curvatura lateral da coluna, com flexão lateral e rotação das vértebras. Essa deformidade ocorre com mais freqüência na adolescência, podendo levar a anormalidades estruturais na pelve, vértebras e caixa torácica. Pode ocorrer nas regiões: cervical, torácica ou lombar da coluna. Se não for detectada e tratada durante os anos de crescimento, pode levar a deformidades graves prejudicando muito a aparência e provavelmente encurtando a expectativa de vida.

Pode ser classificada em:

Estrutural

é a curvatura lateral e irreversível com a rotação das vértebras fixada, não pode ser corrigida por posicionamento ou esforço voluntário, quanto maior a curvatura maior é a quantidade de rotação da vértebra. A inclinação do tronco para frente produz uma giba posterior (ver fig. 5) na região torácica no lado convexo da curva devido a rotação das vértebras e caixa torácica. a compressão das costelas ocorre no lado côncavo da curvatura, e a separação das costelas ocorre no lado convexo; resultado total, que é acentuado com inclinação para frente, é a proeminência das costelas e escápula posteriormente no lado convexo da curvatura.


Etiologia:

a) Idiopática - 75 a 85% dos casos. Geralmente adolescentes e do sexo feminino. Teoria das possíveis causas: mal formação óssea durante o desenvolvimento, fraqueza muscular assimétrica, má postura.
b) Neuromuscular - 15 a 20% dos casos. Causas neuropatológicas (p.ex. PC), miopatológicas (p.ex. distrofia muscular).
c) Osteopática - ex: hemivértebra (falta da metade de uma vértebra na formação), raquitismo, deslocamento da coluna etc.


Não-estrutural ou funcional

é a curvatura lateral reversível de posicionamento ou dinâmica, na qual não existem alterações estruturais ou rotacionais das vértebras; a correção pode ser através de inclinação para frente ou para o lado, alterações na posição e alinhamento da coluna, contração muscular. Em decúbito dorsal a curva desaparece e é também chamada de escoliose postural.


Etiologia:
a) Má postura, tanto sentado quanto em pé deslocando o peso do corpo para um lado;
b) Espasmo muscular;
c) Dor muscular devido a compressão de raiz nervosa;
d) Discrepância no comprimento das pernas.
O formato das curvas pode ser em C, geralmente descompensada, um ombro mais alto no lado convexo e o quadril mais alto no lado côncavo; ou em S: mais comum em idiopáticas, geralmente uma curvatura torácica a direita e lombar a esquerda. O ombro fica alto no mesmo lado do quadril alto.

Quanto mais grave a curvatura maior é a rotação, maior o impacto e alterações nos sistemas cardiopulmonares, como diminuição da capacidade pulmonar e hipertrofia do coração devido a hipertensão pulmonar.

A medida da escoliose é feita pelo método de Cobb, que é feito traçando-se uma linha perpendicular à margem superior da vértebra que mais se inclina na direção da concavidade, e outra na borda inferior da vértebra com maior angulação na direção da concavidade. O ângulo dessas linhas que se transeccionam é notado e registrado. O exemplo da aplicação do método de Cobb está na figura abaixo:

A gravidade da escoliose é diretamente proporcional à angulação da curva. Sendo assim, sua classificação é feita da seguinte maneira:

Escoliose leve: menos de 20º. As menores de 10º são consideradas normais e não requerem tratamento.

Moderada: 20 a 40º.

Grave: 40 a 50º ou mais.

Para diagnosticar o problema, a pessoa deve consultar um médico que prescreverá o tratamento.

Este pode ser:

Conservador: retarda a progressão da deformidade. O método a ser utilizado depende da localização, gravidade, idade e da progressão da deformidade. É geralmente indicado para curvaturas entre 18 e 40°.

Os métodos utilizados são:
1. Colete de Milwaukee
2. Fisioterapia: cinesioterapia e alongamento para corrigir as descompensações musculares. Atualmente é muito indicado o tratamento postural do tipo RPG, onde é aplicado alongamento em cadeia, tendo ótimo resultados em adolescentes.


Cirúrgico: geralmente para curvaturas não tratáveis com os métodos conservadores, esteticamente inadequadas e com dor insuportável. Nesse caso também é indicado o tratamento fisioterápico, pré e pós cirúrgico.

No pré, é realizada cinesioterapia para alongar as estruturas retraídas, melhorar a função pulmonar e fortalecer a musculatura do tronco.

No pós, o paciente é colocado em tração esquelética, necessitando da intervenção de exercícios.

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Colocando fim na hérnia de disco

Andar ereto e equilibrando-se em duas pernas sempre representou um desafio para a espécie humana. E um sinal de que essa herança evolutiva continua a causar reações no corpo humano são as dores nas costas que muitos sentem, motivadas seja por problemas posturais, atividades físicas forçadas, trabalho pesado, sedentarismo ou até fatores genéticos. A coluna é quem mais sofre com tudo isso! Segundo a Organização Mundial de Saúde, 80% da população mundial poderão ter pelo menos um episódio de dor nas costas ao longo da vida.
alex régisFisioterapeuta Alini Brito trata hérnia de disco com Reconstrução Músculo-ArticularFisioterapeuta Alini Brito trata hérnia de disco com Reconstrução Músculo-Articular

Das doenças da coluna, a hérnia de disco preocupa muita gente, chegando até mesmo a causar prejuízos financeiros, já que causa muita dor, incômodo e até mesmo perda dos movimentos.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a hérnia de disco acomete cerca de cinco milhões de brasileiros e é a segunda maior causa de afastamento do trabalho, ficando atrás apenas das doenças cardíacas.

O especialista em doenças da coluna, ortopedista Julimar Nogueira, explica ser a hérnia de disco uma situação que ocorre com em boa parte da população e, segundo ele, a hérnia nada mais é do que a evolução do desgaste natural dos discos vertebrais, aquelas estruturas entre um osso e outro.

"Os discos servem para absorver e distribuir cargas. O que acontece é que ao longo dos anos essa estrutura vai se desgastando, como tudo em nós. Em algumas pessoas esse desgaste causa uma ruptura, rasga, e sai um conteúdo para fora do disco. Isso é chamado hérnia de disco. Mas tem características extremamente benignas", diz Julimar Nogueira, que é presidente da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia no Rio Grande do Norte.

O especialista comenta ainda que que a hérnia de disco virou uma vilã porque, ao longo dos anos, quando começaram as primeiras cirurgias de coluna, conhecia-se muito sobre hérnia de disco e sabia-se pouco tratá-la. As experiências eram muito ruins. Hoje tem esse inconsciente coletivo. "Mas é exatamente o contrário. A hérnia de disco é um dos diagnósticos mais simples e mais tranquilos."

Existem diversas formas de tratar a hérnia de disco, entre elas a cirurgia - sendo necessária apenas em cerca de 5% dos casos. Entre os métodos não-invasivos, destaca-se a Reconstrução Músculo-Articular (RMA).

Cirurgia de hérnia de disco só é feita em último caso

O tratamento da hérnia de disco é eminentemente clínico, não cirúrgico. A cirurgia é uma exceção, como afirma o especialista em doenças da coluna, Julimar Nogueira, presidente da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia no RN (SBOT/RN). Quando um paciente chega ao seu consultório com esse quadro, inclusive com dores, ele esclarece que o primeiro passo é tratá-lo da forma tradicional/conservadora: acupuntura, fisioterapia, hidroterapia. "Tudo o que a gente puder fazer de analgesia, associada a medicamentos."

Se todas essas tentativas de reverter o quadro falharem, parte-se para outras manobras, como os bloqueios analgésicos - colocação de medicamento diretamente na hérnia, guiado por raio-x. De acordo com Julimar Nogueira, 70% dos pacientes melhoram.

Uma pessoa pode ter mais de uma hérnia e de diferentes tamanhos. A dor se manifesta quando o achatamento do disco intervertebral libera um líquido interno que toca a raiz nervosa da coluna. Há a possibilidade de a dor ser irradiada para para a extensão da perna, podendo chegar até ao pé.

"Se você é submetido a esses procedimentos e você melhora muito a sua dor, significa que você tem conteúdo mais inflamatório do que mecânico. E você se livra de uma cirurgia", comenta o especialista, explicando ainda que a cirurgia melhora de imediato, mas ao longo dos anos o resultado é exatamente igual ao de quem foi submetido aos tratamentos conservadores.

O fisioterapeuta Emanuel Eliezer, especializado em osteopatia, diz receber muitos pacientes jovens em seu consultório. São pessoas na faixa dos 30 e 40 anos, economicamente ativas, em plena atividade profissional, mas que são obrigadas a parar devido ao problema, contabilizando sérios prejuízos financeiros. O osteopata entra em ação após o paciente ser submetido à fisioterapia convencional e obter resultados positivos. "Depois que o paciente passa dessa fase, quando já tem uma mobilidade maior, podem ser utilizados alguns métodos que podem melhorar a correção da hérnia. Por exemplo, a osteopatia, um dos melhores para esse fim", comenta Emanuel.

A osteopatia, explica ele, analisa o paciente de forma global, tratando primeiro a causa para depois tratar as consequências, quase sempre a dor. "Nós verificamos quais são as articulações que estão com problema de injúria e com a manipulação, corrige, reposiciona essa articulação, esses ossos, e tende a deixar a biomecânica favorável", diz ele. "Quando é feito isso, o paciente já vai referir uma enorme melhora, e bem rápido. Isso, com uma ou duas sessões ele já tem um ganho de amplitude de movimento, de diminuição de dor, consegue fazer suas atividades diárias com mais facilidade. Então, ele tem uma qualidade de vida melhorada em curto espaço de tempo."

Após a osteopatia, o paciente é encaminhado para um trabalho de reeducação postural, incluindo aulas de pilates, RPG, hidroginástica e até mesmo fortalecimento muscular em academias.

A fisioterapeuta Alini Brito trata a hérnia de disco com a técnica de Reconstrução Músculo-Articular (RMA), que considera "revolucionária" e garante 87% de cura aos pacientes, com comprovação científica no Brasil e nos estados Unidos. A técnica é utilizada em apenas 32 clínicas no País. Trata-se de um programa fisioterapêutico que utiliza recursos de fisioterapia manual, e equipamentos como mesa de tração eletrônica e descompressão mecânica, estabilização vertebral e exercícios de pilates ou musculação. O objetivo da técnica é melhorar o grau de mobilidade dos músculos e a articulação das vértebras da coluna, diminuindo a compressão delas sobre o disco e fortalecendo os músculos e a postura da coluna vertebral por meio de exercícios terapêuticos.

"Em apenas dois meses de sessões o paciente se vê livre das dores que o incomodam. O melhor desse programa é que ele não submete o paciente a uma mesa cirúrgica e, em pouco tempo, as dores somem de vez", garante Alini.

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Quando a cirurgia de hérnia de disco é a unica solução

O estilo de vida é um fator importante na prevenção da hérnia de disco. Assim como a obesidade e o sedentarismo podem contribuir para provocar desgaste excessivo dos discos intervertebrais, ao contrário, pessoas magras e que se exercitam demasiadamente também estão sujeitas a traumas repetitivos que podem resultar em lesões na coluna vertebral.

A hérnia de disco resulta do desgaste excessivo do disco intervertebral e pode ter a contribuição de fatores genéticos e, ainda, a prática de exercícios sem orientação de um profissional de educação física, com também de uma postura inadequada, excesso de peso e o tabagismo. A dor na parte inferior da coluna lombar é a causa mais freqüente de absenteísmo no trabalho, e pode ser observado um aumento do número de pacientes atendidos com queixas de dores na região da coluna vertebral.

Mesmo diante do fato de os professores de educação física conhecerem a biodinâmica da coluna vertebral e adotarem cuidados ao planejar os exercícios dos alunos, evitando assim as lesões articulares, a prática de exercícios como o agachamento, por exemplo, deveria ser indicada com cautela. Esse tipo esforço coloca diretamente sobre o eixo da coluna vertebral um peso demasiado, e muitas vezes termina por provocar lesões agudas ou crônicas.

O tratamento de uma crise aguda de dor lombar ou ciática, causada por uma hérnia de disco, deve ser inicialmente clínico e com repouso, uso de analgésicos, antiinflamatórios e relaxante muscular. Pode-se associar a acupuntura e a fisioterapia. Mas antes, o paciente deve se submeter aos exames de ressonância magnética e tomografia computadorizada, o permite reunir dados para um diagnóstico preciso.

Entre 90 a 95% dos pacientes com hérnia de disco ficam curados com o tratamento clínico a cima descrito. Quando a dor não desaparece em um mês está indicado o tratamento cirúrgico. A melhor e mais eficiente técnica cirúrgica do tratamento da hérnia de disco é a microcirurgia, realizada com o auxílio de um microscópio cirúrgico que aumenta o campo de visão do cirurgião em até 40 vezes, propiciando a identificação de todas as estruturas envolvidas, aumentando muito o grau de segurança da cirurgia e reduzindo praticamente a zero as seqüelas neurológicas.

A cirurgia de hérnia de disco demora cerca de 1h30m, com o uso de anestesia geral. O paciente fica internado no hospital por dois a três dias e retorna as suas atividades usuais em um período de 15 a 30 dias.

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Tratamento da Hérnia de disco

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Repouso é a palavra chave, além dos medicamentos analgésicos e relaxantes musculares, por mais ou menos três semanas. Após esta fase, poderá ser utilizado o tratamento fisioterápico que conta com o uso do calor local superficial, como o tens, ultrasom, infra-vermelho e o laser, os quais iram promover o relaxamento muscular e analgesia.

Pode-se também utilizar a massoterapia. Outras formas de tratamento podem ser incluidas como os exercícios de alongamento, reeducação postural global (RPG), exercícios de fortalecimento muscular, propriocepção, podemos ainda associar as técnicas de Mckenzie que tem como objetivo fazer retornar as estruturas do núcleo pulpuso do disco e a de suporte a um estado anatômico mais normal. A hidroterapia tem uma relevância devido a ação da gravidade e o impacto sobre as articulações serem reduzidos onde são priorizados os exercícios de extensão passiva, correção do alinhamento postural, fortalecimento dos músculos abdominais e extensores, exercícios de alongamento com o propósito se aumentar a amplitude de movimento.

O tratamento cirúrgico só será indicado aos pacientes com sintomas refratários aos tratamentos já expostos à ele. Dentro do tratamento cirúrgico as técnicas percutâneas automatizadas que aspira através de agulhas o centro do disco e a descompressão local a laser que vaporiza a parte do disco intervertebral. Estas técnicas são realizadas com anestesia local, em caráter ambulatorial e permitem a recuperação pós-operatória em 4 a 7 dias.

Quando há o rompimento completo do disco, a técnica mais indicada é a microdiscectomia videoendoscópica. Esta técnica permite com precisão a retirada da hérnia, pois todos os movimentos são monitorados pelo vídeo. A cirurgia é realizada sobre anestesia peridural, ou seja, o paciente fica acordado anestesiado apenas da cintura para baixo, através de um corte de apenas 2,5mm na pele, utiliza-se um aparelho especial que permite introduzir a microcâmera junto a hérnia discal a ser retirada. Durante todo o ato operatório, o cirurgião e sua equipe acompanham tudo pelo monitor de televisão. O resultado pós-operatório é rápido, a permanencia do paciente no hospital se reduz para um período dentre 24 a 48 horas.

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