Diagnóstico em Hernia Discal Torácica








O diagnóstico começa com uma história completa e exame físico. O examinador fará perguntas sobre os sintomas do examinado e como o problema está afetando suas atividades diárias. Estes incluem perguntas sobre onde o examinando sente dor, se tem dormência ou fraqueza nos braços ou pernas, e, se está tendo problemas com intestino ou função da bexiga.

O examinador vai perguntar sobre quais são as posições ou atividades que pioram ou melhoram os sintomas. Em seguida, o examinador testa os movimentos que provocam dor ou outros sintomas. Pesquisa a sensibilidade da pele, a força muscular e os reflexos também são testados.

Embora o diagnóstico por imagem de certeza deva ser feito através de ressonância magnética ou tomomielografia, as radiografias podem fornecer indicações de sua presença, pois em 10% dos casos de hérnia discal torácica foi observada doença de Scheuermann e em 42% dos casos calcificação do disco em trabalho publicado em 1988 por Bohlman; Zdebick.
Os raios-X mostram os ossos. Eles normalmente não mostram os discos, a não ser que um ou mais discos estejam calcificados. Isto é significativo para o diagnóstico de hérnia de disco torácica. Um disco calcificado que aparece aos raios-X pode migrar para dentro do canal espinhal, e, isso é um sinal bastante confiável, de que há uma hérnia de disco. Não está claro porque um disco torácico herniado, às vezes se calcifica, embora uma lesão antiga no disco seja uma possibilidade.

A melhor maneira de diagnosticar uma hérnia de disco torácica é através da ressonância magnética (MRI). O aparelho de ressonância magnética utiliza ondas magnéticas em vez de raios-X para mostrar os tecidos moles do corpo. A MRI fornece uma imagem clara dos discos e se existe uma hérnia. A máquina de ressonância magnética cria imagens que parecem fatias da área de interêsse diagnóstico.

Pode-se solicitar ao radiologista que faça um efeito mielográfico na ressonância magnética o que produz uma visualização precisa das alterações anatômicas dentro do canal veretebral.

Este exame de imagem mostra que muitas pessoas assintomáticas tem hérnia de disco torácica (isso é um achado radiológico. Muitos médicos dizem que essa hérnia torácica é assintomática, e, por isso, é chamada de hérnia inocente).

Antes da ressonância magnética, os examinadores contavam só com a mielografia para diagnosticar as hérnias discais torácicas. A mielografia só ajuda a diagnosticar esta condição em cerca de metade dos casos.

Mielografia é um tipo de exame de raios-X. Um contraste especial é injetado no espaço em volta do canal espinal. O contraste mostra-se em um raio-X. A mielografia ajuda o examinador ver se o disco herniado está sendo empurrado para dentro do canal espinhal.

A tomografia computadorizada (TC) pode ser solicitada. Este exame é um detalhado raio-X que permite aos examinadores verem o tecido do corpo em imagens que parecem fatias. As imagens fornecem mais informações sobre os discos calcificados.

Os examinadores podem combinar a tomografia computadorizada com mielografia – tomomielografia. Quando a TC é realizada, o contraste da mielografia destaca a medula espinhal e os nervos. Os médicos dependem principalmente da imagem de ressonância magnética para o diagnóstico de hérnia discal torácica. No entanto, eles podem usar mielografia e tomografia computadorizada – tomomielografia, ao se prepararem para fazer uma cirurgia de retirada de uma hérnia discal torácica.

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